"É fácil a missão de comandar homens livres: basta mostrar-lhes
o caminho ..."
General Osório
Estratégia é o que a empresa decide fazer, considerando
o ambiente, para atingir os Objetivos, respeitando os Princípios,
visando cumprir a Missão no Negócio.
|
do
grego: STRATEGÍA
do latim: STRATEGIA
|
Arte
de planejar e executar movimentos e operações visando
alcançar ou manter posição relativas e potenciais favoráveis
a futuras ações táticas sobre determinados Objetivos.
|
|
Arte
de explorar condições favoráveis com o fim de alcançar
Objetivos específicos.
|
Apesar
de o nome "Estratégia" já ser parte do próprio nome
"Planejamento Estratégico", fomos buscar no livro "A
Empresa Flexível" de Alvin Toffler, fundamento para mostrar
a importância do tema.
"Uma
empresa sem Estratégia é como um avião voando em plena tempestade,
jogando para cima e para baixo, açoitado pelo vento, perdido
entre relâmpagos. Se os relâmpagos ou os ventos não o destruírem,
simplesmente ficará sem combustível."
Alvin Toffler
O
bem sucedido empresário Jorge Simeira Jacob, principal executivo
do Grupo Fenícia (Lojas Arapuã, Etti, etc.), em entrevista à revista
Bolsa em outubro de 1982, afirmou que "Qualquer empreendimento
para ter sucesso precisa definir uma filosofia, Objetivos e principalmente
Estratégias".
Marco
Aurélio Ferreira Vianna, no livro "Revolução Estratégica
e Gerencial", propõe um "pentágono" com cinco macro
atributos estratégicos (Estratégia, Homens, Valores, Sistemas
e Estrutura), e comenta:
"Estratégia
está na ponta superior do pentágono, não por ser o seu ponto
mais importante, mas por ser o eixo inicial do pensamento estratégico."
Kenishi
Omae, renomado consultor da Mckinsey, conhecido no Japão como
"Sr. Estratégia", no livro "O Estrategista em Ação",
enfatiza que não basta conhecermos onde queremos chegar (o Objetivo);
é vital escolher o caminho (a Estratégia).
Kenneth
R. Andrews, professor da Universidade de Harvard desde 1946, e
consultor de empresas como a GM, AT&T e Chemical Bank, no
livro "The Concept of Corporate Strategy", publicado
em 1987, afirma que uma Estratégia bem articulada leva a empresa
a se diferenciar dos concorrentes e a estabelecer uma vantagem
competitiva.
Para
apoia-lo na formulação de Estratégias, vamos sugerir 4 recursos:
1º
Características principais.
2º Temas relevantes.
3º Instrumentos.
4º Checagem da consistência
1º
recurso - Principais Características das Estratégias
|
m
|
Devem se basear no resultado da Análise
do Ambiente
|
Na
reportagem "Como enfrentar as tempestades", a revista
Exame de 1º de maio de 1991 perguntou ao consultor Peter Drucker
"Se as Estratégias devem ser traçadas baseadas em fatores
internos ou externos". Drucker assim respondeu:
"Ambos,
assim como é preciso ter duas mãos. Comecemos sempre pelos fatores
externos, que dirão o que realmente precisa ser feito. Se você
começar internamente, acaba iniciando com o que gostaria de
fazer, em vez do que precisaria ser feito. Quando você entender
exatamente as demandas e oportunidades, o mercado, a demografia,
o desenvolvimento social e assim por diante, então pergunte-se:
'Qual a nossa força, qual a nossa real competência e onde e
como elas preenchem necessidades, demandas e oportunidades?'
"
|
m
|
Devem criar vantagem competitiva.
|
Porter,
grande nome em Estratégia competitiva, afirma que "As empresas
que terão sucesso serão aquelas que descobrirem sua vantagem
competitiva".
O
sucesso da Apple com o computador Macintosh só aconteceu porque
havia vantagem competitiva da facilidade de uso.
|
m
|
Devem ser viáveis e compatíveis com os
recursos.
|
Os
Objetivos podem ser "sonhos", desde que viáveis para
não gerarem frustrações.
Você
deve entender como recursos, todas as Forças que a empresa pode
mobilizar para atingir os Objetivos, e não só os recursos financeiros.
|
m
|
Devem ser coerentes entre si.
|
A
Estratégia do preço praticado pela FIAT com relação ao Uno Mille
não seria coerente com uma Estratégia de diferenciação pela
satisfação, como é o caso de outro produto da FIAT, o Tempra.
|
m
|
Devem buscar o compromisso das pessoas
envolvidas.
|
A
coluna Informe Econômico do JB de 13/08/91 noticiou que em 12/O8/91,
2000 gerentes do Banco Nacional "reuniram-se" via
TV Executiva da Embratel, para discutirem a melhor Estratégia
do banco para conquistar e manter os cruzados novos, liberados
a partir de 15 de agosto. Este envolvimento de todos os gerentes
gerou o compromisso necessário para sucesso da Estratégia. O
Nacional foi o banco que mais manteve e conquistou os cruzados
novos liberados.
|
m
|
Devem ter o grau de risco limitado pela
empresa.
|
As
Estratégias formuladas devem envolver um grau de risco dentro
dos limites estabelecidos pela empresa.
Por
exemplo, a diretoria de uma empresa do setor têxtil, cuja Estratégia
era ingressar no mercado externo, fixou em 30% do faturamento
o limite da operação externa.
|
m
|
Devem ser fundamentadas nos Princípios
da empresa.
|
O
Grupo DOW, que atua em Química, Mineração, Plástico e Medicamentos,
para atingir seu Objetivo de 1 bilhão de dólares de faturamento
em 1989 formulou, segundo o JB de 06/10/89, a Estratégia de
investir em um propenoduto de 55 Km ligando a refinaria Landulfo
Alves ao complexo da empresa, eliminando o tráfego intenso de
caminhões pesados na região metropolitana de Salvador.
Esta
Estratégia obedece a um dos Princípios da empresa, que enfatiza
a preservação e a proteção do meio ambiente.
|
m
|
Devem ser criativas e inovadoras.
|
"Se
você quer ter sucesso, deve lançar-se por novos caminhos, em
vez de seguir pelas trilhas batidas do sucesso tradicional."
John Rockfeller
2º
recurso - Temas relevantes para formulação de Estratégias.
Tendo
sempre em mente as características principais das Estratégias,
procure agora identificar os temas relevantes no Objetivo para
o qual você está formulando Estratégias.
Sem
pretender fornecer uma lista completa, vamos sugerir temas mais
utilizados pelas empresas, para se formular Estratégias. Para
facilitar seu trabalho, apresentamos os temas distribuídos por
conjuntos: Mercado, Finanças, Recursos Humanos, Produção/Operação
e outros.
|
Mercado
|
Finanças
|
Recursos
Humanos
|
Produção
Operação
|
Outras
|
Segmentação
Distribuição
Diversificação
Diferenciação
Exportação
Produto
Propaganda
Preço
Imagem
Agregação de serviço ao produto
Barreiras de entrada/saída
Qualidade
Agilidade
Parcerias
Franquia
Informatização
Merchandising
Posicionamento
Embalagem
Localização
Marca
Assistência técnica
Serviço
Força de venda
Pesquisa de mercado
Design
Sinergia
Relações Públicas
Telemarketing
Maximarketing
Garantia |
Racionalização
de custos
Otimização de receitas
Estoque
Captação de recursos
Parcerias
Crédito
|
Estrutura
Capacitação
Profissionalização
Sucessão
Cultura
Parcerias
Motivação
Qualidade
Produtividade
|
Parcerias
Terceirização
Alianças
Suprimento
Franquia
Sinergia
"Joint-Venture"
Verticalização
UEN's - Unidades Estratégicas de Negócios
Aquisição
Venda
Associações
Fusões
Incorporações
Horizontalização
Qualidade
Tecnologia
Automação
P&D
Escala
Logística
Localização
Transporte
Embalagem
Zero defeito |
Qualidade
Tecnologia
Informatização
P&D
Escala
Automação
Lobby
Otimização do processo decisório
Relações Públicas |
3º
recurso - Instrumentos.
Considerando
as características das Estratégias, tendo identificado os temas
relevantes para determinado Objetivo, sugerimos que agora seja
utilizado o resultado da Análise do Ambiente, onde você identificou
as Oportunidades, Ameaças, Forças e Fraquezas relevantes.
1ª
Etapa: Combinar Oportunidades e Forças
Nesta
etapa, você vai cruzar as Oportunidades relevantes com as Forças
da empresa que produzam forte impacto no Objetivo.
Para
facilitar, utilize matriz abaixo.
|
F
O
R
Ç
A
S
|
I
m
p
a
c
t
o
|
E
l
e
v
a
d
o
|
|
Estratégias
relevantes para aproveitar Oportunidades
|
|
R
e
d
u
z
i
d
o
|
|
|
| |
Reduzido
|
Elevado
|
|
Impacto
|
|
OPORTUNIDADES
|
Considerando
as características e os temas relevantes, formule agora as Estratégias,
concentrando-se naquelas de elevado impacto no Objetivo.
Enfatizamos
a importância da concentração em poucas Estratégias de forte impacto,
para cada Objetivo, evitando dispersão de esforços e recursos.
2ª
etapa: Combinar Ameaças e Forças
Nesta
etapa, você vai cruzar as Ameaças relevantes com as Forças da
empresa
que
produzam forte impacto no Objetivo.
Para
facilitar, utilize a matriz abaixo.
|
F
O
R
Ç
A
S
|
I
m
p
a
c
t
o
|
E
l
e
v
a
d
o
|
|
Estratégias relevantes para reduzir o impacto
das Ameaças |
|
R
e
d
u
z
i
d
o
|
|
|
| |
Reduzido
|
Elevado
|
|
Impacto
|
|
AMEAÇAS
|
Considerando
as características e os temas relevantes, formule agora as Estratégias,
concentrando-se naquelas de forte impacto no Objetivo.
Enfatizamos
novamente a importância da concentração em poucas Estratégias
de forte impacto para cada Objetivo, evitando dispersão de esforços
e recursos.
3ª
Etapa: Combinar Forças e Fraquezas
Nesta
etapa, você vai cruzar as Forças com as Fraquezas da empresa,
e que produzam forte impacto no Objetivo.
Para
facilitar, utilize a matriz abaixo.
|
F
O
R
Ç
A
S
|
I
m
p
a
c
t
o
|
E
l
e
v
a
d
o
|
|
Estratégias relevantes para reduzir o impacto
das Fraquezas |
|
R
e
d
u
z
i
d
o
|
|
|
| |
Reduzido
|
Elevado
|
|
Impacto
|
|
FRAQUEZAS
|
Considerando
as características e os temas relevantes, formule as Estratégias,
concentrando-se naquelas de forte impacto no Objetivo.
Enfatizamos
mais uma vez a importância da concentração em poucas Estratégias
de forte impacto para cada Objetivo, evitando dispersão de esforços
e recursos.
4º
recurso: Checagem de consistência.
Agora
que foram formuladas as Estratégias, antes de implementá-las,
torna-se prudente checar sua consistência. Assim, para cada Estratégia
devem ser respondidas as perguntas do check-list abaixo:
Checagem
de consistência das Estratégias
1) Esta Estratégia está clara para todos que a lerem?
2) Ela é viável?
3) É compatível com os recursos atuais e potenciais?
4) Cria vantagem competitiva?
5) Aproveita Oportunidades e minimiza Ameaças?
6) Ela potencializa as Forças e neutraliza
as Fraquezas?
7) Ela está circunscrita ao risco definido
pela Diretoria?
8) Respeita e reforça os Princípios?
9) Respeita a responsabilidade social da empresa?
10) Pode promover o compromisso das pessoas
envolvidas?
11) É criativa e inovadora?
12) É coerente com as demais?
Se
a Estratégia passou pelo crivo destas perguntas, ela tem grande
chance de levar a empresa a atingir seu Objetivo.
Cabem
ainda duas observações importantes:
1ª
Uma Estratégia pode ser polivalente, isto é, servir para mais
de um Objetivo.
2ª Algumas Estratégias, por sua alta relevância
para a empresa, merecem um tratamento especial. Sugerimos sua
implantação através de Projeto Estratégico.
Apesar
do caráter de confidencialidade que envolve as Estratégias, consideramos
importante apresentar alguns exemplos publicados, ou com divulgação
autorizada.
O
Banco Nacional, em seu Plano Estratégico 89/93 (revista Exame
de l3/12/89), definiu como Objetivo: "Ser um dos 3 melhores
bancos atuando no Brasil".
Após
a Análise do Ambiente e a explicitação dos Valores Nacional, as
seguintes Estratégias foram formuladas:
|
m
|
Atuar de forma segmentada
|
|
m
|
Informatizar as agências
|
|
m
|
Estabelecer parcerias estratégicas
|
|
m
|
Otimizar a rede de agências
|
|
m
|
Reduzir custos
|
|
m
|
Diferenciar pela Qualidade
|
|
m
|
Indicar Ombudsman
|
|
m
|
Capacitar Recursos Humanos
|
|
m
|
Mudar a Imagem
|
|
m
|
Possibilitar captação de recursos
|
Das
Estratégias formuladas, cabe destacar os seguintes pontos:
A Estratégia que trata de mercado apresenta a seguinte segmentação:
m
Pessoas Físicas
m Médias empresas
m Grandes empresas
m Governo
m Instituições
financeiras
Além
desses, a Estratégia identifica alguns nichos de mercado aos quais
o banco dedica especial atenção, e que são: companhias aéreas,
supermercados, empresas de varejo, etc..
Fonte: JB de 20/10/91.
Para
atuação nestes nichos, a Estratégia do Banco Nacional é a alta
especialização, "criando" Bancos de:
m
Abastecimento
m Transporte
e Turismo
m Consórcios
m Indústria de
automotores
m Administração
e Serviços
m O que mais
o mercado precisar.
Fonte: Folheto do Banco Nacional
Na Estratégia de informatização de agências, o orçamento de investimentos
foi de US$ 100 milhões (89/91). Hoje mais de 60% dos clientes
pessoa jurídica comunicam-se com o banco por meios eletrônicos.
O Nacional criou, para isto alguns serviços, como:
Conexão
Nacional, Telebanco, Discagem Direta Nacional, Cobrança Eletrônica
Nacional, etc.
Na Estratégia que trata de parcerias, cabe destacar:
A
parceria do Nacional com o Banco Real criando o BTT (Banco de
Transporte e Turismo) para atendimento especial ao setor turístico,
onde são vendidas anualmente 10 milhões de passagens aéreas e
que movimenta 4 bilhões de dólares.
Também
firmou um acordo de cooperação com o Banco Econômico para compensação
eletrônica de cheques. Ou seja, os cheques do Econômico, no Rio,
são compensados pelo Nacional e, em Salvador, os cheques do Nacional
são compensados pelo Econômico.
Como
exemplo de parceria com o cliente, conforme a revista Exame de
21/08/91, o Nacional administra uma parte do caixa do Carrefour
com o pagamento de seus débitos. Assim, o Banco administra 120.000
títulos por mês, correspondentes a 150 milhões de dólares.
Esse
banco tem estimulado parceria com empregados, fazendo avaliações
mensais e concedendo bônus que podem chegar a 10 salários além
dos 13 normais a que o funcionário tem direito.
Ainda
sobre a Estratégia de parceria, vale mencionar a declaração do
Vice-presidente Nuhar Szprine, à revista Banco Hoje, de abril
de 1991, na reportagem "O Nacional se define como o Banco
dos Anos 90".
"O
Banco Nacional atual baseado num tripé, cuja primeira perna
é a parceria com o cliente. Nós fazemos questão da parceria,
estamos num banco de parcerias - não somos um banco de transações."
A Estratégia que trata da otimização da rede de agências levou
o Nacional a reduzir de 500 para 380 o número de agências, e a
aumentar o número de postos de serviço de 600 para 900.
A Estratégia de redução de custos do Nacional, segundo o artífice
da "revolução" Nacional, Arnaldo Souza Oliveira, baseia-se
na premissa de que "tudo o que representar custo e não beneficiar
o cliente deve ser cortado". Assim, até abril de 91 o número
de funcionários foi reduzido de 37 mil para 17 mil (Gazeta Mercantil
de 02/04/91).
"A
pretensão é tornar o banco diferente dos outros. O desafio não
é ser o maior e sim o melhor", afirmou Alexadre Pagliano,
Diretor de Qualidade do Banco Nacional (JB de 20/10/91).
Se
você for a uma agência do Nacional deve encontrar nos balcões
o display com a seguinte mensagem "Qualidade é a nossa diferença
!"
| |
|
(clique
na figura para ampliar) |
"Quando
o Nacional não resolve o seu problema, o problema é meu".
Este é o compromisso de Marco Aurélio Klein, o "Ombudsman"
Nacional, divulgado em anúncio publicado na revista Veja de 21/08/91.
O
Banco Nacional decidiu levar as críticas do cliente para o lado
pessoal. Agora toda vez que você não conseguir solucionar algum
problema com seu gerente ou com as centrais de atendimento,
vai ter alguém com nome, endereço e telefone para ouvir e resolver,
seu nome é Marco Aurélio Klein.
A viabilização das Estratégias já comentadas depende de equipe
motivada e capacitada. Para tal, o Nacional investiu 40 milhões
de dólares em programas de treinamento, capacitação e motivação
de seus 17 mil funcionários.
Uma arma poderosa tem ajudado a mudar a imagem do Banco Nacional:
O marketing agressivo. A associação da nova imagem do Banco com
o piloto Ayrton Senna é explicada por Nuhar Szprine, Vice-presidente
do Nacional: "ele tem a nossa cara, é simpático, moderno,
agressivo, sem deixar de ser parceiro". (JB de 26/05/91).
O
investimento de milhões de dólares para renovar o contrato de
Senna com o Nacional rendeu dividendos graças ao merchandising
propiciado pela aparição na capa da revista Fortune de 30/12/91
do novo presidente mundial da Honda com o capacete do Ayrton Senna
estampando o logotipo do Nacional.
| |
|
(clique
na figura para ampliar) |
Na Estratégia de captação de recursos, foi
criada uma campanha de captação de poupança com o slogan "tem
sucesso quem tem futuro: quem poupa tem futuro". Esta campanha
resultou em 20% de crescimento na captação de poupança, conforme
nos informou Fátima Dias, executiva de marketing do banco.
As
Estratégias utilizadas pelo Banco Nacional permitiram os seguintes
resultados, bem próximos do Objetivo "ser um dos 3 melhores
bancos atuando no Brasil".
|
Ano
|
Posição
no Ranking
|
|
1988
|
16º
|
|
1989
|
12º
|
|
1990
|
10º
|
|
1991
|
4º
|
PAGNONCELLI,
Dernizo; VASCONCELLOS Filho, Paulo. Sucesso empresarial planejado.
Rio de Janeiro : Qualitymark, 1992.
|
|